[FP] Mary Greywolf

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[FP] Mary Greywolf

Mensagem por Corvo em Sab Jan 02, 2016 11:54 pm

6MaryGreywolf
Nome completo /////////////Mary Elizabeth Marshan Greywolf Nascimento /////////////12 fevereiro. 2009Nacionalidade /////////////BritânicaSexualidade /////////////Auto-explicativo.Super-Poder /////////////PsicogêneseMedo /////////////A solidão e o abandonoFaceclaim /////////////Photoplayer aqui.
"Uma frase que defina seu personagem, caso coloque em outra língua traduza ao lado."

PERSONALIDADE

Meiga, doce, inocente e carente, essas são as qualidades que melhor definem Mary. Ela não passa de uma criança de seis anos, cujos pais nunca tiveram tempo para ela. Sua inocência faz com que não veja o mau em ninguém, mesmo após essa pessoa já te-la magoado antes. A solidão e o abandono sempre a magoaram, apesar de serem as suas velhas amigas.E talvez por isso não tenha se assustado quando os seus sonhos ganharam vida para lhe fazer companhia

HISTÓRIA

- Querido papai - a caneta riscou o papel, desenhando uma série de letras em caligrafia infantil - eu estou com muita saudade de você... Ops... - ela riscou as duas últimas palavras e voltou a escrever na frente - do senhor, quando que o senhor vai voltar?Mary suspendeu a caneta por alguns instantes enquanto pensava, então olhou para um retrato sobre a mesa, sorrio e voltou a escrever, sempre ditando as palavras para si mesma.- A mamãe tá bem? Diz pra ela que eu tô com saudade dela também, e também diz que eu não queria ter quebrado o vaso de planta dela, foi sem querer. Ela ainda tá brava comigo? Diz que eu amo ela, tá?Seus olhos começaram a embaçar.- Eu não sou uma criança malvada, eu tô com saudade, por favor voltem logo.A garotinha passou uma mãozinha no rosto para secar uma lágrima que descia solitária, então sorrio admirando o seu trabalho. Aquela era primeira carta que ela escrevia sozinha sem a ajuda da Madame Rose, e estava super feliz com sigo mesma.Por fim assinou um "Mary" com letras tortas no final da folha e pulou da cadeira, correndo logo em seguida na direção da porta do quarto. Que estava trancada.Ela rodou duas vezes a maçaneta, mas a porta não quis abrir, então cruzou os braços e a encarou. Madame Rose devia te-la trancado de novo, ela vinha fazendo muito isso desde que os objetos da casa apareciam espatifados no chão. Não era ela quem fazia aquilo, nunca era ela, mas Madame Rose não acreditava, ninguém acreditava. Nem mesmo quando ela tentou explicar que eram os [Sonhos], bichinhos pequeninos que antes só existiam em seus sonhos mas que agora surgiam pela casa onde ela estivesse. Mas ninguém acreditou e Madame Rose a chamou de mentirosa, disse que deveria ficar em seu quarto e só sair para comer na hora das refeições.Ela deu as costas para a porta e correu para a janela, debruçando se ali para olhar a paisagem. Nunca poderia sair por ali, é claro, já que seu quarto ficava em uma das torres do pequeno castelo. Não era à mais alta, mas mesmo assim ela podia ver Florian, o jardineiro, lá em baixo como se fosse um dos seus ursinhos de pelúcia.Mary estendeu o seu olhar para além do jardim, contemplando a pequena vila que ficava para lá do rio. O nome era Villewolf, e o rio se chamava Dengoso, porque corria de forma muita lenta. Antes o seu pai costumava levá-la na vila para acompanha-lo enquanto fazia as compras ou conversava com as pessoas, e ela simplesmente amava essas ocasiões. A vila era um dos poucos lugares com pessoas em centenas de quilômetros, e ela, o rio, o castelo e toda a floresta que os rodeavam formavam o condado de Greywolf. A garota ainda era muito pequena para compreender isso, mas no passado a sua família era dona de todas essas terras, porém perderam a mais parte do poder político com o passar do tempo, ficando apenas com o castelo. Mary daria tudo para poder sair e ir passear pela pequena vila, conversar com a mulher sorridente que vendia verduras e o gordo sr. Denis, que era dono da única sorveteria que havia ali. Mas para sair ela precisaria da chave. A chave que que estava na fechadura, porém do outro lado da porta...Foi aí que veio a idéia.A criança correu para a parede onde haviam vários desenhos que ela colou ali e contemplou o que estava no meio. Tinha sido feito com giz de cera azul, e retratava uma coisa que lembrava um macaquinho. Esse era um [Sonhos], que era na verdade um personagem de um desenho infantil que ela vou uma vez, e, apesar de não se lembrar, o seu subconsciente havia gravado a imagem deles e passou a reproduzir essa imagem em seus sonhos.Mas ela sabia que não eram mais apenas sonhos. Eles existiam, a faziam companhia as vezes e, apesar de não falarem, sempre a escutavam. Antes ela pensou que estava braba com eles por terem a metido em confusão, mas agora percebeu que sem eles ficaria completamente sozinha.- Por favor - sussurrou de olhos fechados - por favor, por favor, por favor, me ajudem, me ajudem. Por favor, apareçam, preciso de ajuda.Abriu os olhos e olhou para o chão, mas não havia nada ali. Seus ombros caíram, decepcionada, quase chorando... Então sentiu alguma coisa puxando a ponta do seu vestido. Se virou e viu o macaquinho de dez centímetros, todo azul, olhando para ela. Mary teve vontade de gritar de felicidade e quase o abraçou, mas então se lembrou que da última vez que fez isso ele havia se quebrada e desaparecido.Ela se ajoelhou na frente dele e sorrio.-

A ENTREVISTA

Aqui você deve descrever uma situação em que seu personagem acordou, deitado numa maca com roupas de paciente de hospital. Suas mãos estão presas com algemas, não conseguindo se levantar, apenas a cabeça para observar o que tem ao redor. Você esta tomando um soro, como se estivesse doente e então me conte como foi ficar ali pro alguns minutos sozinho. Depois de alguns minutos um médico vestido de branco, com um capuz escondendo o rosto e a voz distorcida vai entrar e você deverá reagir de alguma forma quando ele aparecer, seja perguntando o que esta acontecendo, xingando ou algo do tipo, seja criativo.Ele começará fazendo perguntas e apenas isso.O que você tem de único? Qual sua melhor qualidade e seu pior defeito? Resposta.Por quais motivos acha que veio para cá? O que vai fazer se eu te contar que nunca mais vai poder voltar para casa?Resposta.Qual era a coisa mais importante na sua antiga vida e por que era isso?Resposta.Se defina em três palavras.Resposta.Qual seu maior medo e o que você faz para combate-lo?Resposta.Depois que a entrevista for concluída, ele largará a ficha em cima de uma mesa próxima e vai chegar perto de você ajeitando uma luva plástica e pegando uma seringa com um líquido cinza. Descreva o que achou ao perceber o que estava acontecendo e qual foi sua reação ao perceber a agulha te furando. Alguns segundos depois você vai desmaiar e o homem sairá da porta e entrará dois outros de terno preto, também encapuzados. Você não saberá de mais nada, apenas vai acordar novamente numa cela de prisão, com a porta aberta. Suas roupas são listradas nos tons preto e branco.

Corvo
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